Neto Coelho entra no radar e acende o sinal amarelo

Tem candidatura que chega devagar. A de Neto Coelho parece ter escolhido outro caminho. O nome do jovem empresário já deixou de ser tratado como uma simples novidade eleitoral. A movimentação em torno de sua campanha vem crescendo, lideranças estão se aproximando e novos apoios começam a engrossar uma estrutura que, até pouco tempo, ainda era vista com desconfiança por alguns setores da política. Agora, a conversa é outra. Neto está avançando. E rápido.

O que chama atenção não é apenas a quantidade de adesões, mas o efeito que elas provocam. Cada liderança que cruza a ponte em direção ao projeto de Neto gera uma pergunta incômoda nos grupos adversários: até onde esse crescimento pode chegar?

A preocupação, naturalmente, não aparece nos discursos públicos. Na política, quase nunca aparece. Mas nos bastidores, o movimento já é acompanhado com lupa. Afinal, ninguém perde tempo monitorando candidatura que considera irrelevante.

Estreante na vida pública, Neto Coelho vem fazendo justamente aquilo que muitos veteranos sabem que é difícil: ocupar espaço, construir alianças e transformar uma candidatura nova em uma força política cada vez mais competitiva.

E o detalhe que mais incomoda é justamente esse: o projeto ainda está em fase de crescimento. Enquanto alguns ainda tentam entender de onde vem tanta movimentação, Neto segue agregando. Liderança por liderança. Apoio por apoio. Município por município.

O resultado começa a desenhar uma candidatura com musculatura para chegar forte à disputa pela Assembleia Legislativa.

Se para alguns Neto era apenas uma aposta, talvez seja hora de rever as contas, porque o “novato” já entrou no jogo e não parece disposto a pedir licença para ocupar espaço.

O sinal amarelo já acendeu. Para alguns, talvez esteja chegando a hora de trocar o discurso de tranquilidade pelo plano de contenção.

Neto Coelho vem aí. E, pelo barulho que está fazendo antes mesmo da largada, tem gente torcendo para que ele diminua o ritmo.

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